A conquista da nação passa pela igreja em células e o discipulado no modelo dos doze.
Examinando o Novo Testamento, é inevitável concluir que os cristãos do primeiro século, viviam sua fé numa cultura de pequenos grupos.
1. JESUS USOU A ESTRATÉGIA DE GRUPOS PEQUENOS
Mc 3.14-15
2. A IGREJA PRIMITIVA SE REUNIA EM GRUPOS PEQUENOS
At 2.46-47; At 5.42; Rm 16.3-5; 1 Co 16.19; Cl 4.15
3. CULTO PARTICIPATIVO, EM VEZ DE ESPECTADORES
Ef 5.19; Cl 4.16; 1 Co 14.26
4. O ENSINO DA PALAVRA, MUITAS VEZES, REFLETE UM CONTEXTO DE GRUPOS PEQUENOS
Mt 18.15-17
5. COLOCAR EM PRÁTICA “UNS AOS OUTROS” REQUER UM CONTEXTO COMUNITÁRIO
Gl 6.2; Rm 15.7; Rm 15.20; Ef 4.2; Ef 4.32; Ef 5.21; Hb 10.24, 25
6. OS DONS SÃO DISTRIBUÍDOS PELO CORPO E NINGUÉM POSSUI TODOS ELES
1 Co 12.4; 1 Co 12.7; 1 Co 12.12; 1 Co 12.27; 1 Co 14.26; Hb 10.24, 25
As células são elementos básicos para todas as formas de vida. A célula é também o elemento básico de vida da Igreja. Nas igrejas em células os membros participam da vida da igreja, unindo-se ás células.
Nas células as pessoas se encontram com Cristo, são consolidadas em sua fé, nutridas, equipadas para servir e edificadas. As células são as comunidades de base da Igreja. Nelas os crentes são chamados a ser responsáveis uns pelos outros. Recebam assistência pessoal e podem ser totalmente transparentes uns com outros.
Um pastor não pode discipular de fato mais do que doze pessoas. Se isso fosse possível, Jesus o teria feito. Ele não pode cuidar bem de uma igreja com mais de cem membros. Pode até ter mais membros, mas nunca serão discípulos, pois o pastoreio e discipulado acontecem no contexto de célula, nos grupos pequenos.
FONTE: PLANO ESTRATÉGICO PARA A REDENÇÃO DA NAÇÃO – VALNICE MILHOMENS (adaptado)