
A história da Somália é marcada por guerras. O país travou inúmeras batalhas contra as nações vizinhas para estabelecer suas fronteiras, e contra a ocupação européia. No entanto, as piores guerras se dão dentro da própria Somália, que não tem um governo central desde 1991.
A nação é liderada por chefes de clãs, donos de terra e pela União das Cortes Islâmicas (UCI), um grupo que se desenvolveu na capital do país, tentando trazer um pouco de lei à nação, por meio da sharia (lei islâmica). A UCI tem se tornado cada vez mais poderosa, e busca implementar a sharia em todo o país.O islamismo é preponderante na Somália desde o século 15. Hoje, 99% da população omali é muçulmana, e o islamismo é a religião oficial.Em meio a esse cenário, os pouquíssimos cristãos – menos de 0,5% da população – praticam sua fé em segredo. É dito no país que um somali cristão é um somali morto.
Ao se converter ao cristianismo, o ex-muçulmano corre risco imediato de morte, caso seja descoberto. Na zona rural da Somália, é perigoso até possuir uma Bíblia. O evangelismo é proibido e não há lei que proteja a liberdade religiosa.Essa pressão tem causado a fuga de cristão para o Quênia e outros países vizinhos.
Contudo, soube-se que filhos de alguns refugiados cristãos no Quênia foram seqüestrados por parentes muçulmanos e levados a instituições islâmicas na Somália para serem “reabilitados”.
Campanha de oração
A Portas Abertas institui 2008 como o Ano de oração pela Somália. Por causa do risco que representa a missionários e convertidos, sempre se relutou em falar sobre o país. Mas agora é hora de quebrar o silêncio e interceder por essa nação.
A campanha de oração estará em no site da missão Portas Abertas desde 1º de fevereiro.
De lá você poderá extrair vários pedidos de oração e mais dados sobre a Somália.
Informações gerais sobre a Somália:http://www.portasabertas.org.br/paises/perfil.asp?ID=190