Querido(a) internauta,
Este é um ano em que muitos homens e mulheres de Deus tem proclamado como o Ano do Espírito Santo.
Atrair o Espírito Santo às nossas vidas e à vida da igreja deve ser, portanto, nossa prioridade. Ele é atraído por uma adoração santa e por uma atmosfera carregada de oração.
Deve ser nosso desafio deixar de ser uma igreja platéia para ser um povo que se move pelo e com o Espírito.
Desafiada por atrair o Espírito, disponibilizei alguns recursos, que penso, serão úteis para inspirar sua vida e sua igreja a uma vida de oração mais intensa.
Que YWHW o abençoe e que os céus se rasguem sobre nossa nação, enquanto juntos buscamos pela doce presença do Espírito Santo.
Com amor,
Edilian Arrais
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LIVROS SOBRE ORAÇÃO
- O Jejum e a Renção do Brasil – Valnice Milhomens
- O Poder da Intercessão – Valnice Milhomens
- Orando a Palavra – Valnice Milhomens
- Tipos de Oração – Valnice Milhomens
Todos esses livros podem ser adquiridos – www.palavradafe.com.br
- Ocupado demais para deixar de orar – Bill Hybels
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MOBILIZAÇÕES DE ORAÇÃO
O Dia de Oração pela Paz em Jerusalém (DOPJ) – 05 de Outubro de 2009
É um movimento de oração global, que reúne mais de 150 mil igrejas, de 150 diferentes nações, com um objectivo em comum: orar por Israel, e posicionar cristãos a seu favor, como genuínos parceiros.
O DOPJ tem sido também um instrumento de Deus para alianças e vínculos com a comunidade judaica, bem conjunto ao governo de Israel. Temos ganhado a confiança destes, e cremos que Israel já tem inimigos entre as nações. O povo de Israel necessita saber que não estão sozinhos, e que cristãos são seus verdadeiros parceiros.
No dia 5 de Outubro vamos nos unir a mais de 150.000 igrejas, e orar para o cumprimento do mandato do Senhor no Salmo 122:6,
“Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam”.
Inscreva-se no site www.diadeoracao.org, para unir-se aos irmãos de mais de 150 nações.
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Oração na Coréia do Sul
Ainda que, para muitos, o movimento de oração pareça novo e excitante, está longe de ser uma novidade na Coréia. O movimento de oração começou ali na primeira década do Século XX, e vem adquirindo cada vez maior impulso desde então. Costumo usar a data de 1970 como o ano em que o movimento de oração começou a transbordar da Coréia para o resto do mundo.
Nós, crentes norte-americanos, temos dito; “Algum dia, não somente enviaremos missionários ao Terceiro Mundo, mas também receberemos missionários das igrejas dali, e seremos enriquecidos pelo que aprendermos da parte deles”. Este dia é chegado sobre nós. Juntamente com muitos outros exemplos deste fato, nós e o resto do mundo estamos aprendendo muita coisa da parte de nossos irmãos do terceiro coreanos.
Nos últimos cem anos, o cristianismo protestante tem crescido de zero para mais de 30% da população da Coréia do Sul. À noite, na cidade de Seul, pode-se contemplar a paisagem urbana e ver meia dúzia de cruzes vermelhas de lâmpadas de gás neon assinalando locais onde há igrejas evangélicas. Dentre as vinte igrejas no mundo que contam com freqüências de fim de semana de vinte mil pessoas ou mais, nove delas acham-se na Coréia. A maior igreja batista, a maior igreja metodista, a maior igreja presbiteriana, a maior igreja “holiness” e as maiores igrejas pentecostais do mundo encontram-se todas na Coréia. A Igreja Yoido Full Gospel Church, de David Yonggi Cho é a maior delas todas, pois conta com setecentos mil membros.
Como teve lugar esse crescimento espetacular? Muitos têm feito essa pergunta a líderes evangélicos coreanos, e virtualmente todos têm recebido a mesma resposta que consiste em uma só palavra: oração!Seul foi a sede dos Jogos Olímpicos de 1988. Se houvesse alguma medalha de ouro dada à oração, a Coréia teria ganho tal medalha. Uma reunião especial de oração, ao ar livre, foi convocada para as Olimpíadas, a 15 de agosto de 1988. Um milhão de crentes apareceu a fim de orar. Mas já tinha havido algo semelhante antes daquela ocasião. Outra reunião de oração com um milhão de crentes, ocorreu no Dia Nacional de Oração, no mês de outubro do ano anterior.
Padrões de Oração na Coréia
Muitos programas e eventos especiais de oração acontecem na Coréia no período médio de um ano. Mas há três padrões bem pronunciados, que têm emergido e agora estão sendo adaptados para uso em outras nações, enquanto avança o grande movimento de oração.
1. Orações Todas as Manhãs.
Orar de manhã cedo faz parte da vida diária das igrejas da Coréia tanto quanto ouvir sermões, cantar hinos ou levantar ofertas nas igrejas que a maioria dos crentes freqüenta. Nenhuma igreja da Coréia deixa de ter as suas reuniões de oração bem cedo a cada manhã. Igrejas grandes e igrejas pequenas, igrejas urbanas e igrejas interioranas, igrejas ricas e igrejas pobres — todas elas dispõem de reuniões de oração em seus santuários, antes do alvorecer, por nada menos de trezentos e sessenta e cinco dias por ano.
Estando na Coréia recentemente, visitei meu bom amigo, o pastor Sundo Kim, da Igreja Metodista Kwang Lim. Essa visita ocorreu no fim de um período especial de quarenta dias, chamado “Reuniões de Oração do Monte Horebe”, durante o qual ele convocou a sua congregação para orações diárias cedo pela manhã. E mesmo aqueles que ordinariamente não vinham a essas orações pelas madrugadas, foram exortados a vir a cada manhã e orar das cinco às seis da manhã. Ele me disse que a freqüência era entre três mil e quatro mil pessoas a cada manhã.
Isso foi algo que eu quis ver. O pastor Kim concordou em prover o transporte. Na manhã seguinte, seu motorista haveria de apanhar Dóris e eu em nosso hotel; mas não foi nada fácil. Uma tempestade de fúria extraordinária tinha engolfado a Coréia naquela noite, e mais de sessenta pessoas perderam a vida por causa da borrasca. A chuva e o vendaval estavam tão ferozes, às cinco horas da madrugada da manhã seguinte, que perguntei se alguém deixaria sua casa para ir à reunião de oração. Mas o motorista apareceu, fomos à reunião e chegamos depois que a reunião já havia começado; e se alguém não tivesse reservado assento para nós, não contaríamos com dois lugares para nós. O santuário, para quatro mil pessoas sentadas, estava repleto! Que tremenda reunião de oração!
Em outra recente visita à Coréia, tive o privilégio de estar presente à maior oração matinal que há no mundo, na Igreja Presbiteriana Myong-Song, pastoreada por Kim Sam Hwan. O grupo com o qual eu estava precisou reservar assentos de antemão, na reunião das seis horas da manhã, onde estavam quatro mil pessoas. Entretanto, aquela já era a terceira reunião daquela natureza, naquela manhã; pois outras já tinham tido lugar às quatro horas e às cinco horas da madrugada. A reunião usual da manhã, na Igreja Presbiteriana Myong-Song, geralmente conta com doze mil pessoas.Comecei a visitar a Coréia em começos da década de 1970 e fiz-me presente a reuniões de oração antes do alvorecer, em algumas das igrejas. Logo tornou-se evidente que uma porcentagem relativamente pequena dos membros habitualmente freqüentavam os cultos.
Posso lembrar-me de ter registrado conscientemente um cálculo mental: nas igrejas maiores, essa atividade por certo é algo que o pastor principal atribuiria a outros membros de seu pessoal administrativo. Errado! Eu não poderia estar mais enganado. Fiquei atônito ao descobrir que essas reuniões, quase invariavelmente, eram lideradas pelo pastor-presidente.
Isso encorajou-me a perguntar a meus amigos pastores-presidentes por qual motivo eles participavam de cada uma dessas reuniões de oração cedo pela manhã. Primeiro eles olhavam para mim com uma expressão abismada, como que dizendo: “Por que uma pergunta tão tola como essa?” E, então, percebendo que eu era apenas um daqueles crentes norte-americanos, todos me davam uma resposta idêntica: “Porque é aí que reside o poder espiritual!” Eles tinham um dia inteiro de ministério à frente e não queriam atirar-se à execução da tarefa sem o poder de Deus. Eles teriam concordado plenamente com o título do excelente livro de Bill Hybel: Too Busy Not to Pray [Ocupados Demais Para Não Orarem], publicado pela InterVarsity Press.
2. Reuniões de Oração de Sextas-Feiras à Noite.
Reuniões de oração de noite inteira são marcadas em quase todas as igrejas evangélicas coreanas. Muito tipicamente, um grupo substancial de pessoas reúne-se às vinte e duas horas, para orarem juntos até o alvorecer do dia seguinte.Na maior parte de nossas igrejas ocidentais, uma reunião de oração de noite inteira, quando porventura chega a ocorrer, assinala alguma ocasião muito especial. Ir a uma dessas reuniões e permanecer até o fim é considerado como uma realização espiritual deveras extraordinária. Mas os coreanos consideram isso um feito comum. Isso não significa que todos os crentes coreanos ajam assim, mas muitos deles assim fazem.
Para exemplificar, isso é comum na Igreja Yoido Full Gospel, onde mais de dez mil pessoas costumam orar por toda uma noite a cada semana. E há um número crescente de igrejas que também determinam reuniões de noite inteira de oração, às quartas-feiras, cuja freqüência é similar. Se considerarmos o fato que há cerca de sete mil igrejas evangélicas em Seul, eu não duvidaria que, nas sextas-feiras à noite há mais de um quarto de milhão de crentes que oram a noite inteira, somente naquela cidade.
3. Orações nos montes.
De acordo com a última contagem, mais de duzentas igrejas, na Coréia, têm adquirido montes onde foram construídos centros de retiro e oração. Alguns desses centros são espaçosos, como é o caso do monte de oração do pastor David Yonggi Cho, onde três mil pessoas estão sempre presentes e mais de dez mil pessoas aparecem nos fins de semana. Alguns desses centros chegam a ser luxuosos, como é o caso do monte de oração do pastor Sundo Kim, que exibe um elegante jardim de oração com mais de um quilômetro e meio de extensão. Esse jardim inclui nove áreas especialmente construídas para oração, capazes de acomodar de trinta a duzentas pessoas dedicadas à oração cada um, adornados com estátuas em tamanho natural que representam Jesus e seus discípulos em vários episódios do ministério deles.
Muitas igrejas dispõem de grutas de oração, escavadas nos lados do próprio monte, onde uma pessoa pode abrigar-se ali para orar, durante horas ou mesmo dias. Nessas grutas não há lugares para servir refeições, porque fica entendido que o jejum acompanhará essas orações. Em certo monte de oração que visitei, o único serviço que havia era um centro designado para servir refeições bem balanceadas e próprias para os que estivessem terminando jejuns prolongados. Jejuns de vinte e um dias não são incomuns ali. E jejuns de quarenta dias também ocorrem, embora mais ocasionalmente.
Gabinetes de Oração
Os pastores coreanos que têm igrejas numerosas o bastante, mandam construir duas coisas no gabinete do pastor, dentro do templo, como ainda não encontrei em qualquer outro lugar do mundo. Uma dessas coisas é um gabinete de oração literal que não contém outra coisa senão uma almofada no chão e um pequeno aparador para a Bíblia, e talvez um quadro ou dois na parede. Ali eles passam um mínimo de uma hora a cada dia, e, algumas vezes, mais do que isso, orando naquele gabinete, com a porta fechada. A segunda coisa é um dormitório com banheiro, vinculado a esse gabinete. Muitos desses pastores passam, rotineiramente, todo o sábado à noite em seu gabinete, orando e jejuando para que Deus abençoe os cultos de domingo.
Não admira, portanto, que tantos pastores norte-americanos e outros líderes evangélicos, que têm visitado a Coréia, tenham testificado que a vida de oração deles nunca mais foi a mesma. Larry Lea apresentou muitas dessas práticas coreanas na América quando ele pastoreava a Igreja Sobre a Rocha, no Texas. Por muitas vezes, ouvi o meu próprio pastor executivo, Jerry Johnson, da Igreja Congregacional Lake Avenue, de Pasadena, na Califórnia, testificar publicamente que a sua vida espiritual foi revolucionada quando ele passou alguns dias em um desses montes de oração, na Coréia.
Uma anedota humorística teve origem no Segundo Congresso de Lausanne, em Manila, em 1989. A certo ponto, os participantes de várias nações estavam efetuando reuniões nacionais por todo o complexo. Aconteceu que me deparei com alguém que pertencia ao pessoal do congresso que tinha recebido a responsabilidade de averiguar, nas reuniões, se tudo estava funcionando devidamente. Perguntei o que ele havia descoberto, e ele respondeu:
- Na reunião dos americanos, os negros queixavam-se dos brancos.
- Na reunião dos japoneses, os evangélicos queixavam-se dos carismáticos.
- Na reunião dos alemães, os teólogos queixavam-se uns dos outros.
- Na reunião dos coreanos, os delegados estavam todos de joelhos, orando juntos.
Ainda temos muito que aprender sobre a oração, da parte de nossos irmãos coreanos.
COMPREENDENDO A ORAÇÃO EFICAZ
Nem toda oração é igual. A eclosão do grande movimento de oração fez vir à tona algumas verdades sobre a oração que estão produzindo uma mais clara compreensão a respeito. Para exemplificar, a oração não consiste somente em oração. Algumas orações são embotadas e enfadonhas, uma mera rotina desde o começo até ao fim. Mas há orações que são excitantes, e excitantes por serem eficazes. Que dizem as Escrituras a respeito de oração eficaz?
Uma das mais citadas passagens da Bíblia, acerca da oração, é aquela de Tiago 5.16, que diz: “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”Alguns crentes tratam essa passagem bíblica de maneira casual, como se ela dissesse que toda oração é igualmente eficaz. Porém, um exame mais detido mostrará que somente certo tipo de oração, oferecida por certo tipo de pessoa, tem grande valor. Ora, se alguma oração é eficaz, segue-se que alguma oração também é ineficaz.
Como podemos distinguir entre a oração eficaz e a oração ineficaz?O trecho de Tiago 5.16, 17 responde a essa pergunta usando Elias como exemplo de oração eficaz. Quando Elias orou para que não chovesse, não choveu por três anos e meio. E quando ele orou para que voltasse a chover, choveu. A oração eficaz é a oração que é respondida. Naturalmente, algumas vezes as respostas às nossas orações não são tão óbvias quanto de outras vezes. Muitas variedades de oração são usadas, todas as quais, ou nenhuma das quais, podem mostrar-se eficazes. Certa ocasião perscrutei cuidadosamente o livro de Atos, e ali achei vinte e três instâncias de oração.
Dependendo de como as queiramos reunir em blocos, várias formas de oração foram modeladas para nós naquele livro bíblico. Encontramos orações coletivas, orações em grupos e orações individuais. Temos também ali orações intercessórias e orações de petição. Temos orações pedindo cura física, orações pedindo perdão, orações de louvores e orações de ação de graças.
A oração é usada para comissionar pessoas para o ministério e há também orações que rogam que pessoas sejam cheias do Espírito Santo. Algumas orações são de uma só via, e outras, de duas vias.
Como poderíamos ter a certeza de que qualquer tipo de oração que cheguemos a usar é uma oração eficaz?Duas declarações de Jesus, no evangelho de João, fornecem-nos algumas diretrizes claras: ”E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei” (Jo 14.13).· “Se vós permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7, V. R.).
1. Devemos pedir no nome de Jesus.
A razão para isso é que, por nós mesmos, não temos qualquer autoridade. Nossa autoridade é apenas derivada da autoridade de Jesus. Todavia, se ele nos der autoridade, estaremos representando nada menos do que o próprio Rei dos reis! Esse é o tipo de autoridade que um guarda de trânsito exibe, em uma cidade qualquer, ou que tem um embaixador que represente o seu presidente ou rei, em um país estrangeiro. Sem a autoridade de Jesus, pois, nenhuma oração pode ser eficaz.
2. Devemos permanecer em Jesus.
Quando permanecemos em Jesus, antes de tudo tornamo-nos justos. Não que tenhamos qualquer justiça própria; mas é que Jesus nos proporciona a sua própria justiça. A oração eficaz e fervorosa de um homem justo tem grande valor. Igualmente importante é que, quando permanecemos em Jesus, ficamos sabendo de qual seja a vontade do Pai. Quando oramos, pois, nessa condição, oramos de acordo com a vontade do Pai. Foi isso que Elias fez.
Notemos que a narrativa dos capítulos dezessete e dezoito do livro de 1 Reis não fala tanto sobre as “orações” de Elias, como sobre a sua proclamação daquilo que ele sabia ser a palavra e a vontade de Deus (veja 1 Rs 18.1, 41-45).
As únicas orações que nos são respondidas são aquelas feitas de acordo com a vontade de Deus. A intimidade com o Pai não é apenas a chave para a oração eficaz, mas é também a própria essência da oração. A combinação de autoridade e intimidade empresta eficácia às nossas orações. Minha esposa, Dóris, tem servido como minha secretária pessoal pelo espaço de quase trinta anos.
Quando o telefone chama, geralmente estão à minha procura, e ela responde: “Ele não está disponível agora; mas posso servi-lo em alguma coisa? Eu sou a Sra. Wagner.” Isso faz toda a diferença no mundo. Aqueles que me chamam pelo telefone no mais das vezes permanecem no telefone e suas perguntas são respondidas. Dóris pode tomar decisões que uma secretária comum não conseguiria fazer. Em primeiro lugar, ela está revestida de autoridade, transmitida pelo nome. Em segundo lugar, ela sabe de minha vontade e age de acordo com o que sabe. Deus espera que façamos a mesma coisa.
Extraído do Livro “Igrejas que Oram” C. Peter Wagner